A candidíase vulvovaginal recorrente afeta, principalmente, mulheres entre 25 e 34 anos
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Coceira, dor e vermelhidão na área íntima, ardência ao urinar, desconforto durante a relação sexual e presença de corrimento são sintomas frequentes associados à candidíase. Essa condição torna-se mais recorrente no verão devido ao calor e ao uso prolongado de biquínis e maiôs em ambientes úmidos, propícios ao desenvolvimento da candidíase.
De acordo com uma pesquisa do Núcleo de Telessaúde Santa Catarina, a candidíase vulvovaginal recorrente afeta aproximadamente 138 milhões de mulheres anualmente em todo o mundo, sendo mais comum entre mulheres de 25 a 34 anos.
A médica ginecologista, Israelina Tavares, especialista em ginecologia regenerativa e estética íntima explica as causas do surgimento e repetição dessa infecção.
O diagnóstico da candidíase é realizado por meio de exames laboratoriais e avaliação clínica conduzida por um ginecologista. Durante episódios agudos, o tratamento envolve o uso de antifúngicos por via oral ou creme, sendo também uma opção o tratamento com laser CO2.
A ginecologista finaliza enfatizando que é possível prevenir a candidíase através de hábitos de vida saudáveis.
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