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Confusão em formatura no Recife começa após pai tentar expulsar DJ por música tocada anteriormente sem incidentes


Por: REDAÇÃO Portal

Testemunhas afirmam que canção foi reproduzida duas vezes antes do tumulto; briga generalizada ocorreu após interrupção da apresentação no Classic Hall

17/12/2025
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Testemunhas afirmam que canção foi reproduzida duas vezes antes do tumulto; briga generalizada ocorreu após interrupção da apresentação no Classic Hall

Foto: Reprodução/g1

Uma confusão generalizada marcou a festa de formatura de alunos do 3º ano do ensino médio do Colégio Madre de Deus, na madrugada do sábado (13), no Classic Hall, em Olinda. Segundo testemunhas, o tumulto teve início depois que o pai de um estudante subiu ao palco e tentou expulsar o DJ responsável pela apresentação, incomodado com a música “Helicóptero”, de DJ Guuga e MC Pierre, apesar de a canção já ter sido tocada anteriormente sem gerar problemas.

De acordo com um convidado que preferiu não se identificar, disse ao g1, que a música havia sido executada duas vezes antes, em versões de forró apresentadas por outros artistas, sem qualquer reação negativa do público. O clima mudou por volta das 4h40, quando o DJ Vitor Bayma tocava a canção em ritmo de funk e foi abordado pelo pai do aluno, que teria segurado seu braço e reclamado de forma agressiva sobre a letra, aparentando sinais de embriaguez.

Após a intervenção, o DJ interrompeu a apresentação, o que teria provocado a reação de estudantes e convidados que estavam na festa. A partir desse momento, houve bate-boca, empurra-empurra e gritaria entre pais e adolescentes. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram pessoas aglomeradas entre mesas e cadeiras, móveis sendo arrastados e jovens tentando separar a briga, alguns chorando e em estado de desespero.

Além do homem, uma mulher também foi filmada protestando contra o repertório, alegando que a música era inadequada para menores de idade. O Colégio Madre de Deus informou que não participou da organização do evento, atribuindo a responsabilidade à produtora Super A Formaturas, que não respondeu até a última atualização. A música “Helicóptero”, lançada em 2019 e com milhões de reproduções em plataformas digitais, voltou ao centro do debate por conter versos considerados de conteúdo sexual e violento.