Psicopedagogo explica que o exemplo familiar é fundamental para que a criança possa se acostumar com a utilidade do acessório
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A convivência com a pandemia do coronavírus exige, prioritariamente, o uso constante de máscara. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), depois do isolamento social, o uso do acessório é a forma mais eficaz de proteção. Para a população geral, a prática já virou um hábito. No entanto, algumas famílias estão encontrando dificuldades para inserir a indicação com as crianças e jovens autistas.
Em entrevista concedida ao programa CBN Recife, o psicopedagogo, Victor Eustáquio, explicou que uma das características do autismo é a hipersensibilidade, a qual incomoda os portadores da condição. Para conseguir estimular o uso da máscara por eles, a família precisa, primeiramente, servir de exemplo, fazendo o uso do objeto para que ele possa se acostumar com a utilidade do acessório. “Uma dica bem legal é pegar bonecos do interesse da criança e colocar a máscara nele. O papai coloca, a mamãe coloca, inclusive, a própria criança coloca a máscara no boneco, onde todo mundo precisa elogiar esse momento, porque o elogio é extremamente motivador que garante a criança a repetir esse mesmo comportamento sempre quando necessário”, sugere o especialista.
Confira outras informações na entrevista completa com Victor Eustáquio, disponível no play acima.