Anderson Aragão, arquiteto especialista em acessibilidade, amplia debate sobre a questão da mobilidade
O Brasil está envelhecendo e, em breve, terá a sua população majoritariamente idosa. Os dados da pesquisa "Características Gerais dos Domicílios e dos Moradores 2018", ratificam esse fato ao constatar que a população brasileira com 65 anos de idade ou mais cresceu 26% entre 2012 e 2018, ao passo que o grupo de até 13 anos recuou de 6%. No entanto, à medida que o número de idosos está aumentando, a acessibilidade para os mesmos continuam limitadas.
O consultor e arquiteto especialista em acessibilidade, planejamento de transportes e desenvolvimento urbano, Anderson Aragão, durante o programa CBN Recife, alertou sobre a Lei da Acessibilidade, que é muito focada para quem precisa de prótese, mas outras pessoas com mobilidade reduzida, como idosos, pessoas obesas e gestantes não são contempladas de maneira efetiva. “Os gestores públicos, se tratando dos ambientes públicos, precisam trabalhar para a coletividade. Os projetos têm que atender a coletividade, de maneira ampla, e a intenção da mobilidade é exatamente a pessoa poder ter autonomia de fazer todas as atividades sem precisar de auxílio”, destaca Anderson.
Confira, no play acima, a entrevista completa com Anderson Aragão.