A inspeção realizada no Hospital encontrou problemas estruturais e procedimentais no local. O caso mais crítico foi a falta de leitos de isolamento da UTI
Foto: Divulgação / SindHosp-PE
O Hospital Albert Sabin firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público de Pernambuco (MPPE), com o objetivo de corrigir as irregularidades apontadas após uma inspeção da Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa). Por meio do acordo, o MPPE deve cobrar a unidade hospitalar para que cesse as ocorrências irregulares praticadas contra os consumidores. O prazo estipulado é de 12 meses para que os ajustes sejam realizados, com multa de R$50 mil caso haja descumprimento.
A inspeção realizada no Hospital encontrou problemas estruturais e procedimentais no local. O caso mais crítico foi a falta de leitos de isolamento da Unidade de terapia Intensiva (UTI), onde o mais indicado seria de um leito de isolamento a cada dez leitos de UTI. Além disso, irregularidades na climatização das UTIs, leitos de isolamento, copa das UTIs e espaços de repouso dos técnicos de enfermagem, enfermeiros e fisioterapeutas foram encontradas.
Diante disso, o Hospital Albert Sabin se comprometeu em corrigir as irregularidades apontadas no laudo da inspeção da APEVISA, além de encaminhar um plano de trabalho à Agência e ao 16ª Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania da Capital. Após as adequações, a coordenação do hospital se comprometeu em informar mensalmente sobre o andamento do cronograma, assim que as adequações forem iniciadas.
Confira as informações com o repórter Guilherme Camilo, clicando no 'play' acima.