Operação interdita 25 laboratórios clandestinos de prótese dentária; 52 pessoas são autuadas em flagrante
Os laboratórios irregulares funcionavam no Edifício Brasília, na rua Siqueira Campos, Bairro de Santo Antônio, área central da capital
Foto: PCPE | Divulgação
A Polícia Civil de Pernambuco, através da Delegacia do Consumidor (Decon) e da Vigilância Sanitária do Recife realizou a interdição de 25 estabelecimentos que apresentavam baixas condições sanitárias e estavam fabricando, de forma irregular e ilegal, próteses dentárias. Os laboratórios irregulares funcionavam no Edifício Brasília, na rua Siqueira Campos, Bairro de Santo Antônio, área central da capital. No total, 52 funcionários foram autuados em flagrante delito. Destes, mais de 40, segundo o Conselho Regional de Odontologia (CRO-PE), exerciam a função de técnicos em prótese sem formação.
O delegado Hilton Lira, da Delegacia do Consumidor, destaca os crimes que eram cometidos nesses estabelecimentos.
Os proprietários dos estabelecimentos podem receber advertências escritas, como também pagar multas variadas que variam por cada órgão envolvido na investigação.
Por se tratar de um procedimento de saúde da boca, a chefe de fiscalização do Conselho Regional de Odontologia, Juliana Couto explicou os riscos que a utilização de próteses clandestinas podem causar à população.
Os 52 envolvidos foram encaminhados a delegacia e tiveram a liberdade provisória concedida pela justiça e aguardam julgamento pelo crime ambiental de manuseio e descarte irregular de produtos tóxicos e licença irregular da profissão.
Confira as informações com o repórter Guilherme Camilo, clicando no 'play' acima.