Em 2015, o Estado foi o epicentro de uma epidemia que intrigava cientistas ao redor do mundo. Na época, muitas mães de crianças com a síndrome ouviam que a expectativa de vida dos pequenos era curta
Foto: Reprodução/G1
Um momento de dúvidas, medo e incertezas. Foi assim para muitas mães e profissionais de saúde que tiveram que lidar com bebês que nasciam com microcefalia em decorrência da síndrome congênita do zika vírus. O que era um caso isolado se tornou abrangente, que não escolhe classe social.
Em 2015, Pernambuco foi o epicentro de uma epidemia que intrigava cientistas ao redor do mundo. Na época, muitas mães de crianças com a síndrome ouviam que a expectativa de vida dos pequenos era curta. Não foi o que aconteceu. Cinco anos depois das 472 crianças diagnosticadas no estado durante a epidemia, 422 estão vivas, segundo o governo estadual.
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