Pernambuco celebra 113 anos de Luiz Gonzaga com programação cultural em várias regiões do estado
Do Recife ao Sertão, atividades gratuitas marcam o aniversário do Rei do Baião neste sábado (13), com shows, cortejos, inaugurações e homenagens à obra de Gonzagão.
Foto: Reprodução/TV Globo
Pernambuco amanheceu em festa neste sábado para celebrar os 113 anos de nascimento de Luiz Gonzaga, ícone máximo da cultura nordestina e responsável por levar o forró aos grandes palcos do país. A data, que também marca o Dia Nacional do Forró, mobiliza cidades de todas as regiões com homenagens, programações gratuitas, inaugurações e festivais que reafirmam a força e a permanência do legado do Rei do Baião.
Lá em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, a celebração começou cedo com o tradicional Café e Forró com Gonzaga, realizado às 7h30 no Pátio de Eventos Luiz Lua Gonzaga. Ainda nesta manhã, serão inauguradas a Calçada da Fama do Forró e a nova Sala Luiz Gonzaga, além da reinauguração do Museu da Fábrica de Caroá. As ações integram a 7ª Semana Viva Gonzaga, que também contou com debates, oficinas e a presença de Daniel Gonzaga, neto do artista.
No Recife, a homenagem toma conta das ruas do Poço da Panela, na zona norte da capital, com o Festival Canta Luiz, A partir das 19h, três arrastões simultâneos, conduzidos por Forró Rabecado, Forró Dona Rebeca e Arthuzinho dos 8 Baixos, percorrem a comunidade até o palco principal instalado no Largo da Igreja de Nossa Senhora da Saúde. Lá, a Banda ‘Regente Joaquim’ comanda o encontro que simboliza o nascimento do “Dia de Luiz Gonzaga” no Recife, em uma celebração feita pelo povo e para o povo.
Já em Exu, terra natal de Gonzagão, o festival Viva Gonzagão reúne nomes consagrados do forró tradicional e moderno, em uma programação que segue até amanhã no domingo (14). Hoje, neste sábado, o Polo Danado de Bom, no Parque de Vaquejada e Eventos Luiz Gonzaga, recebe shows de Joquinha Gonzaga, Waldonys, Dorgival Dantas e Mastruz com Leite. A festa também ocupa a Praça Luiz Gonzaga com apresentações culturais e projetos dedicados à sanfona, reforçando a riqueza da música nordestina. Em todo o estado, o que se vê é uma celebração plural, que mantém viva a obra e a memória daquele que eternizou o som do Nordeste.