Reajuste que, caso seja confirmado, vai ser repassado para o consumidor final de gás canalizado.
Foto: RPC/Reprodução
Para os novos contratos do ano que vem com as distribuidoras estaduais de gás natural, a Petrobras deve propor um aumento entre duas e quatro vezes. Reajuste que, caso seja confirmado, vai ser repassado para o consumidor final de gás canalizado.
Para os acordos mais curtos, de seis meses a um ano, esse aumento pode ser de até quatro vezes, aproximando os preços internos da realidade das cotações internacionais do gás natural liquefeito (GNL)
De acordo com a estatal, a expectativa é que haja um pico nos preços no início do ano que vem, mas que os valores cobrados retrocedam ainda em 2022, ao passo que o mercado global se normalize.
A representante das concessionárias de gás, a Abegás, pretende entrar com uma representação no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), contra a petroleira, e pede que as bases dos contratos vigentes sejam mantidas.
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