O país soma mais de 17 milhões de pessoas no grupo de comorbidades e a logística está ainda em discussão
Foto: Dado Ruvic / Reuters
Os grupos de pessoas com comorbidades podem ficar para trás na fila da vacina, com a decisão de estados e municípios de priorizarem professores e forças de segurança na vacinação contra a Covid-19.
Pela ordem do plano nacional de imunização, doenças que elevam o risco de agravamento da Covid-19, como diabetes, hipertensão, obesidade, cardiopatias, doenças pulmonares e renais, estariam na terceira fase da vacinação, à frente dos professores e de forças de segurança, por exemplo.
Dada a quantidade de pessoas, já se discute um escalonamento entre elas, pelo grau de gravidade, idade ou vulnerabilidade, por exemplo. O grupo com comorbidades é o maior entre os prioritários, soma quase 17,8 milhões no país, dos quais 4,8 milhões estão no estado de São Paulo.
Segundo Jurandi Frutuoso, secretário-executivo do Conass (conselhos nacional de secretários da Saúde), por se tratar de um grupo numeroso, é provável que o escalonamento se dê por idade, mas a logística ainda está sendo discutida.
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