A categoria pede o fim da dupla função dos motoristas, que também atuam como cobradores nos veículos. Os profissionais foram orientados a não saírem das garagens e terminais
Foto: Reprodução/G1
O dia começou difícil para milhares de passageiros que dependem dos ônibus nas cidades da região metropolitana do Recife. Desde a meia noite, pouquíssimos coletivos circulam pelas ruas por causa da greve decretada pelo sindicato dos rodoviários. O movimento é por tempo indeterminado. A categoria pede o fim da dupla função dos motoristas, que também atuam como cobradores nos veículos. Os rodoviários ainda cobram o pagamento retroativo de salários e repasses no vale alimentação.
De acordo com o Grande Recife Consórcio de Transporte, que administra o sistema de ônibus, 25% frota estava em circulação durante o horário de maior movimento nesta manhã desta terça-feira. O percentual é bem abaixo dos 70% nos horários de pico, como determinou a Justiça. As linhas mais afetadas pela paralisação são as que operam em cidades da área norte da região metropolitana, como Itamaracá, Olinda, Abreu e Lima e Paulista.
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